Publicação automática · America/Sao_Paulo

O que já saiu.
O que vem depois.

A agenda é gerada pelo mesmo contrato que libera índice, feed e sitemap. Horários indicam elegibilidade; o deploy ocorre no primeiro ciclo automático bem-sucedido após o horário.

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Depois da pirâmide: o que muda no trabalho quando a IA executa mais

IA amplia execução, mas propósito, aprendizagem, julgamento e responsabilidade dependem de como redesenhamos o trabalho.

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02

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O modelo não é o sistema: por que IA poderosa ainda precisa de um harness

Modelos mudam rápido; resultados confiáveis dependem de contexto, ferramentas, políticas, verificação, evidência e aprendizagem.

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03

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Humano accountable, IA executora: o contrato que organiza a squad

IA pode executar mais trabalho sem receber responsabilidade: papéis claros, limites, verificadores e evidência preservam accountability.

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04

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Por que a Trustyu criou a FORGE: da memória de um founder a um sistema verificável

A jornada de JARVIS à FORGE e as seis mudanças que transformaram memória, decisões e execução com IA em um sistema verificável.

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05

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A IA amplifica a empresa que você já tem

IA não transforma uma organização sozinha: ela amplia clareza, fluxo e aprendizagem — ou acelera ambiguidades, filas e retrabalho.

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06

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Engineering harness na prática: seis planos para transformar intenção em evidência

Um guia técnico para organizar intenção, política, execução, verificação, evidência e feedback ao redor de agentes de IA.

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07

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Do piloto ao valor: meça mudança aceita, não tokens produzidos

Um contrato prático para medir pilotos de IA por outcomes aceitos, qualidade, fluxo, custo total e risco — não por tokens ou artefatos.

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08

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Spec-driven sem autoengano: cobertura, contrato, eval e OpenAPI não são a mesma prova

Como separar especificação, contrato, teste, cobertura e eval para que cada verde sustente apenas a decisão que realmente verificou.

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09

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Autonomia proporcional ao risco: onde delegar à IA e onde manter o gate humano

Um método para graduar autoridade de agentes por efeito, reversibilidade, sensibilidade e incerteza — sem confundir capacidade com permissão.

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10

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Evidência antes de adjetivo: como defender claims sobre sistemas de IA

Uma gramática prática para ligar claims a subject, propriedade, mecanismo, evidência, verificador, validade e limite de inferência.

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11

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O agente não pode ser seu próprio auditor

Como separar executor, checker, reviewer e approver para usar IA na avaliação sem criar autoridade circular ou independência fictícia.

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12

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Da ideia à primeira receita: P1–P6 para founders AI-first

Um caminho em seis fases para transformar velocidade de construção em evidência de problema, produto, operação e troca real de valor.

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13

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IA reduz o custo de experimentar; não valida a sua hipótese

Como usar IA para preparar experimentos melhores sem promover persona sintética, clique, protótipo ou opinião a evidência de mercado.

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Agendado

Do checklist ao controle executável: governança que realmente muda o sistema

Um contrato prático para transformar regras de IA em propriedades, applicability, mecanismos, evidência, authority e validade.

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15

Agendado

Quando a IA erra, o sistema aprende ou apenas tenta de novo?

Como transformar falhas de agentes em regressões, controles, evals e decisões duráveis em vez de repetir retries entre sessões.

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Agendado

De comprar copilotos a construir uma organização AI-first

Como transformar ganho individual com copilotos em workflows, plataforma, autoridade, evidência e aprendizado organizacional.

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17

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O modelo ficou barato; o sistema ficou caro: a nova cadeia de custos da IA

A cadeia técnica de custos da IA, da inferência ao contexto, harness, CI, evals, operação, trabalho humano, falhas e capacidade.

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Agendado

Agentes de longa duração: contexto, handoff e progresso entre sessões

O contrato de continuidade que preserva intenção, estado, decisões, evidência e retomada quando tarefas atravessam sessões.

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Agendado

Graph, loop ou híbrido? Como escolher orquestração sem entregar o controle ao modelo

Critérios para escolher chain, graph, loop ou hybrid com budgets, stop conditions, authority e evidência definidos pelo sistema.

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20

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Seu novo portfólio deve provar como você pensa, verifica e aprende

Um modelo de case profissional que mostra problema, decisões, uso da IA, verificação, resultado, limites e aprendizado.

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21

Agendado

Júnior na era da IA: como crescer quando a execução ficou mais barata

Uma trilha de aprendizagem para usar IA como tutora e amplificadora sem terceirizar compreensão, verificação, julgamento e responsabilidade.

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22

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Sandbox, capability e identidade: segurança por tarefa em sistemas agentic

Um contrato de segurança por tarefa que separa workspace, sandbox, identidade, capability, dados, tempo, policy e evidência.

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23

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Taste, responsabilidade e clareza: as habilidades humanas que ficaram mais valiosas

Quando produzir fica mais barato, clareza, taste, pensamento crítico, responsabilidade e aprendizagem elevam o padrão do trabalho.

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24

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Solo founder + squad de IA: velocidade sem terceirizar julgamento

Como um founder pode orquestrar pesquisa, produto, arquitetura e engenharia com IA sem terceirizar prioridade, risco ou aceitação.

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25

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O primeiro produto não é só produto: é a fábrica do segundo

O primeiro produto também deve deixar padrões, contratos, pipelines e aprendizados que reduzam o custo e o risco do próximo.

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26

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Context engineering: o que merece entrar, sair e sobreviver à sessão

Como selecionar, estruturar, recuperar, compactar, externalizar e expirar contexto sem confundir chat com memória durável.

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27

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Evals antes do release: como transformar expectativa em critério executável

Tarefas, graders, datasets, trials, baseline e gates tornam expectativas de um agente observáveis antes de liberar uma mudança.

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28

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A fila certa para IA: priorize decisões e outcomes, não automações vistosas

Um método para priorizar oportunidades de IA por outcome, frequência, fricção, verificabilidade, risco e aprendizagem.

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29

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Senioridade na era dos agentes: menos respostas prontas, mais padrão de prova

Senioridade aparece em enquadramento, julgamento, verificação, ownership, multiplicação e limites — não no volume produzido.

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30

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Design Partner não é mercado: proximidade para aprender sem inventar PMF

Como aprender profundamente com um Design Partner sem transformar colaboração intensa em falsa prova de mercado ou PMF.

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31

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Fable, Sol e Terra: o que realmente mudou para quem constrói

Radar datado dos novos portfólios de IA e um método para escolher por tarefa, risco, custo por outcome, evals e verificabilidade.

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32

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Shadow builders: controles e evidências para operar software AI-native

O caso RedAccess convertido em threat model, descoberta, testes negativos e Evidence Gate para aplicações criadas rapidamente com IA.

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IA escreve, IA revisa: independência precisa ser demonstrada

O estudo sobre revisões IA-para-IA convertido em segregação de autoridade, checks protegidos, aprovação humana e provenance do release.

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Prompt de segurança não é controle: como provar propriedades no software gerado por IA

O paper sobre prompts de segurança convertido em um contrato técnico de especificação, verificadores protegidos, testes, autoridade e Evidence Packet.

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35

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Passou nos testes. Está pronto para operar?

Um protocolo proposto para distinguir correção funcional, comportamento sob carga e capacidade de recuperar serviços construídos com assistência de IA.

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36

Agendado

Revisão de código com IA: da fila de aprovação à supervisão verificável

Como transformar intenção arquitetural em verificações, preservar autoridade de aprovação e exigir evidência da versão que será liberada.

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AI-Native Product Lead: o contrato entre intenção, agentes e evidência

Um desenho verificável para conectar valor, arquitetura, evals, risco, economia e autoridade humana em produtos construídos com IA.

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Agent Control Standard: como provar controles em runtime sem chamar preview de garantia

Uma leitura técnica do preview v0.1 do OWASP ACS, com arquitetura de integração, testes mínimos, limites da evidência e critérios de adoção.

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Prova formal e saídas verificáveis: quando o verificador encerra a discussão

Um Evidence Brief sobre proof-carrying outputs, verificadores independentes e o que a formalização de Fermat ensina a sistemas com agentes.

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O repositório não é confiável: controles para agentes na fronteira workspace–runtime

Evidence Brief sobre configuração monotônica, aprovação, confinamento, ambiente e rede para agentes que operam sobre código não confiável.

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41

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Localhost não é identidade: controles para APIs locais de agentes

Evidence Brief sobre identidade, autorização, CORS, plano de controle, sandbox e receipts para APIs locais usadas por agentes de IA.

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42

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A TI não desaparece: ela vira plataforma para democratizar IA

Arquitetura mínima para transformar experimentos distribuídos com IA em ativos identificados, governados e operáveis sem recriar a fila de TI.

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43

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Três gates para agentes em produção: fronteira, parada e consenso

Evidence Brief sobre SSRF em redirects, condições de parada para reparo iterativo e uso de ensemble como fila de revisão, não como verdade.

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FDE sem improviso: o harness que transforma a missão do cliente em produto verificável

O contrato técnico que liga missão, descoberta, spec, build, evals, produção, adoção e aprendizado reutilizável no trabalho de um FDE.

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45

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Revisar código com IA exige conhecimento adversarial e validação dinâmica

Evidence Brief sobre BlueCodeAgent, conhecimento adversarial, análise dinâmica e os limites de usar IA para revisar segurança de código.

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Especificar antes de testar melhora a detecção — mas custa 38% mais tokens

Evidence Brief sobre testes orientados por contratos, ganho de detecção em 90 bugs de produção e o custo adicional de transformar intenção em evidência.

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47

Publicado

IA explicável na cadeia de software: detectar anomalias não é provar segurança

Evidence Brief sobre XAI-SCS, detecção de anomalias em pacotes npm e PyPI, explicações acionáveis e os limites entre alerta, investigação e segurança.

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48

Publicado

O teste passou, mas o agente consertou ou reescreveu?

Evidence Brief sobre o Precise Debugging Benchmark e a diferença entre passar nos testes, recuperar a correção esperada e evitar mudanças desnecessárias.

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49

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Auto-approve não é conveniência neutra

Evidence Brief sobre HarnessSecurity-Bench, autoridade de agentes de código e o trade-off entre utilidade, confirmação humana e efeitos adversariais.

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Agendado

Subagentes em paralelo não garantem entrega mais rápida

Evidence Brief sobre concorrência dinâmica em agentes de código, custo de coordenação, falhas de integração e condições para paralelismo útil.

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Agendado

O PoC passou. O patch seguiu a intenção do mantenedor?

Evidence Brief sobre confiabilidade de benchmarks de patch, PoC, regressão, testes do desenvolvedor e integridade do harness de avaliação.

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